Gurdjieff

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segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Os Artistas do Mal


Por alguns dias do mês de fevereiro decidi gozar minhas merecidas férias. Pretendia ficar bem longe de ruminações mais sérias sobre questões filosóficas ou especulações sobre a realidade social e política do mundo, a cada dia que passa fustigado com maior intensidade pelos algozes do indíviduo. Após uma enxurrada de constatações no final do ano de 2011 sobre o estado de coisas instalado pela horda de psicóticos infernais em seu labor destrutivo. Ao assistir em dezembro uma peça teatral encenada no Teatro Castro Alves, no mês de dezembro, perdi o chão. Eu acalentava até então a inocente crença de ser possível conservar-se são e, ao mesmo tempo, conviver com a imundície indissociável da estratégia que a vara esquerdopata diabólica tem ganas de implantar. Mas não foi esta a reação natural do meu organismo. Meses de concentração e foco nos estudos não esclarecem por que fui acometido da mais extrema exaustão com o bombardeio de imbelicidades, desrespeito, heresia, mofa e agressão sacrílega aos valores mais básicos da civilização em menos de uma hora de “espetáculo”.

Mas do que diabos estou reclamando? Nada mais, nada menos, de uma tentativa de adaptação de obra de um renomado autor brasileiro, Ariano Suassuna. Se a peça original primava pela filiação à forma clássica dos “autos”, a versão disforme e doentia com que nos presentearam em Salvador nada mais era que mais o vômito sádico de uma trupe de saltimbancos lúbricos que no arremedo de cultura atual somos equivocadamente levados a chamar de “artistas”. Como se arte fosse o palavrão, a desídia, o deboche oligofrênico, o impingir homossexualidade e canalhice aos padres da Igreja, caracterizados como rufiões e salafrários. A projeção "freudiana" - conceito inventado pelo criador de monstros que cavou um nome pseudo-científico a cada um dos seus demônios pessoais - levada ao paroxismo.

Somos todos vítimas destes "construtores de homens-máquina", os intelectuais de cátedra e enxada, os artistas de teatro e televisão, os jornalistas. Estes são os "hanasmussem" ou homens de cristalização invertida e pervertida que abordarei em artigos posteriores.

PS: Estarei nos EUA até o dia 24. Pretendo voltar a todo vapor em março, escrevendo sobre as artimanhas de todos os tipos e nossos temas espirituais. Até breve!

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