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quinta-feira, janeiro 19, 2012

A Jihad Cultural contra o Satanismo e seus Agentes

Os crimes em que participam os instintos e a Inteligência são crimes de homens. Mas os praticados por esta de certa forma se parecem com os perpetrados pelos Anjos Rebeldes. São crimes demoníacos".
P.S. 

Pazuzu - Demônio Assírio

Entendamos neste artigo a palavra árabe “Jihad” como um esforço determinado, mais exatamente uma “jihad menor”, dissociada em certa medida da guerra espiritual interna. Apelamos para a batalha cultural em que todos os indivíduos intelectualmente honestos e de bons costumes, independentemente de gênero, credo e raça devem engajar-se em defesa de um punhado de valores éticos caros à humanidade. Isto é importante no contexto atual em que as pessoas parecem ter se esquecido ou escamoteiam o significado de “ethos”, a morada do homem, a natureza. Por extensão, o que vai de encontro à natureza não é “ético” mas “patológico”, responsável pelo sofrimento do homem quando se distancia da verdade. Dizia Sêneca, o estóico: “solemus dicere, summum bonun esse secundum naturam vivere” (“costumamos dizer, o maior bem é viver segundo a natureza”).

Esta mesma natureza é criação do Absoluto em seu tríplice aspecto, moldando-a e vivificando-a enquanto matéria, ensinamento que um profundo trecho do Credo católico carrega como vestígio da tradição milenar (“et in Spiritum Sanctum, Dominum et Vivificantem). Contra os princípios que devem guiar o ser humano como coroamento da criação, insurgem-se há tempos as hordas esparsas dos agentes da Hierarquia Negra, promovendo uma obra que, de forma acessível ao homem comum, podemos denominar “satanismo”. Uma das formas de entendê-la dentre as dezenas de acepções que as “diabologias” aplicadas (ao estilo Giovanni Papini) nos apresentam e aquela que, a nosso ver, melhor se aplica aos fins que colimamos alcançar, alia a prática do satanismo (como prática mais “elevada” do mal) ao crime com o concurso da inteligência. Em sentido mais moderno, Gurdjieff descrevia o fenômeno em termos de atuação dos “Hanasmussem” (principalmente artistas, “intelectuais”, políticos, jornalistas, “lideranças sociais”, os modernos “ongueiros”, os “blogueiros progressistas” etc) homens que alcançaram a cristalização dos corpos superiores graças a processos internos invertidos. Mas este é um caso ainda mais tenebroso.

Quando o indivíduo simplesmente comete um erro, subjugado pelo instituto e as paixões rasteiras, ele é simples pecador. Quando o faz com amparo intelectivo, está sob influência e mando das legiões de demônios de baixa patente e seus comandantes. Quando através do abuso delirante da inteligência, ele próprio planeja e orquestra toda uma intrincada trama para corroer os fundamentos da sociedade humana, torna-se um serviçal do Mal Absoluto, um satanista. Cabe restringir ainda os limites da expressão “sociedade humana”, empregada genericamente como um conjunto de indivíduos organizados em família, voltados para a produção econômica e detentores de valores de um elenco mínimo de valores com caráter universal.

Um autor execrado no Brasil moderno, famoso político nos anos 30, em sua fase cristã, estabeleceu bases interessantes para que aquilatemos o que chama de “pecado da inteligência”:

Eis porque – além dos pecados e crimes em que a Inteligência participa dos desvios ou exagerações dos impulsos instintivos, - existem os pecados e crimes exclusivamente da Inteligência, aqueles em que os instintos quase ou nada interferem.

São os mais hediondos, os mais cruéis, os mais terríveis como agentes destruidores das harmonias do mundo moral”.

E emenda:

Os crimes em que participam os instintos e a Inteligência são crimes de homens. Mas os praticados por esta de certa forma se parecem com os perpetrados pelos Anjos Rebeldes. São crimes demoníacos. A sua origem mais profunda é o orgulho. As suas atitudes prediletas são bem conhecidas: é a dúvida deliberadamente alimentada, estimulada e até sistematizada; é o ceticismo sardônico; é a complicação, a sutilização dos conceitos mais simples das realidades mais evidentes; é a negação, que em última análise constitui a plena maturidade da dúvida, do ceticismo e da sutileza intelectual; é a rebeldia, filha primogênita da negação; é o sofisma, a desenvolver a sua anti-lógica na sustentação da rebeldia, é o ódio a toda ordem contra cuja inexpugnabilidade se levanta a impotência de todas as ordens ideais engendradas por elocubrações estéreis; é finalmente, o desespero catastrófico no qual se consome o Espírito já então desamparado de luz e inspiração da Graça”.

'Sim, somos pecadores' – dizia um príncipe ibérico a um sutil reformador gaulês – 'pecamos muitas vezes pelas fraquezas do nosso corpo; mas vós, que vos dizeis puros e nos acusais de prevaricadores, pecais pelo orgulho de vossa inteligência; o vosso pecado é exclusivamente da alma. Nossos pecados são de homens, os vossos são de anjos rebeldes”.


Estes cujos pecados “são de anjos rebeldes”, no plano físico (pois a batalha nos planos sutis é se dá em maior intensidade e amplitude) são aqueles que na refrega contemporânea (ou “pós-moderna”) em torno de “bandeiras” e reinvidicações de presumidos “direitos” arvoram-se arrogantemente contra as verdadeiras aspirações e valores estabelecidos desde tempos imemoriais. Em uníssono choramingam sua condição de “minorias” (quando na verdade contam com apoio ostensivo do sistema financeiro, do governo e da mídia, nos quais estão infiltrados há décadas). Sua organização política e aparato de financiamento compõe-se de uma rede de organizações governamentais que recebem além de recursos dos países do primeiro mundo, muito dinheiro de convênios além de transferências diretas de programas governamentais de “inclusão” e “eliminação das desigualdades sociais”.

Foucault - Sado-masoquista pró-Pedofilia 

Estes grupelhos se multiplicam aos borbotões e suas artimanhas não se dão de forma caótica e desordenada – como se acredita estruturar-se o inferno - mas pertencem a um plano elaborado por seus Senhores nesta etapa da Idade de Ferro, a Kali Yuga (aquilo que desde o século XVIII assume os contornos originalmente delineados pelo iluminismo), tendo como diretriz a exacerbação do individualismo via “experiências- limite” (termo emprestado do filósofo-pedófilo Michel Foucault) que representam a inclinação à autogratificação levada ao seu ponto mais baixo. O horror de algumas destas "experiências-limite" tem tido destaque até mesmo na imprensa internacional dominada pelos "yuppies" das "vanguardas culturais" (a linha de frente dos exércitos culturais satânicos), como o caso do canibal homossexual alemão Armin Meiwess que cortou pedaços de seu parceiro, temperando-os com indiscutível requinte culinário (salgou o filé, acrescentou-lhe pimenta, alhos e noz moscada, comendo-o com croquetes 'princesa, couve de Bruxelas e molho de pimentão verde).

Meiwess, o canibal Alemão. Ele e sua "comidinha" são exemplos das teorias de Michel Foucault

O controle total mídia mundial no Ocidente (com algumas zonas por enquanto “liberadas” na Europa Oriental, Rússia, Oriente Médio, Extremo Oriente e Àfrica) abre as comportas para o abuso de clichês e a manipulação aberta da informação com enunciados maliciosamente distorcidos e truques semânticos. Entre as técnicas preferidas do Demônio em seu trabalho, a confusão das mentes de homens entorpecidos e maquinais é a mais frequente. O homem, “órfão” de suas crenças primitivas e de uma estrutura familiar que lhe transmita alguma sabedoria intergeracional, faz-se vítima indefesa da enganação midiática e dos demais aparelhos ideológicos que compreendem a escola, as universidades, as mídias, as organizações políticas, os órgãos do Executivo, Judiciário e Legislativo, amplamente controlados pelo séquito do Mal.

Assim, arada pelos renascentistas e sua casca de humanismo antigo, revolvida pelo ancinho do iluminismo, adubada pelos comunismos e social-democratismos do século XX a TERRA estava pronta, nos anos Setenta do Século XX, para abrigar as sementes geneticamente modificadas da revolução/liberação sexual, do neo-anarquismo, do pós-modernismo (em suas manifestações na música, pintura, escultura, literatura), um processo que alcançou o clímax com a massificação da Rede Mundial de Computadores, um caudal informacional que, a princípio, espicaçou a curiosidade dos ideólogos da esquerda (o braço político de Satã).

Um típico "intelectual orgânico" de esquerda a serviço da Hierarquia das Trevas

Com efeito, visando confundir ainda mais o público, principalmente os jovens, a “esquerda” (o exército político do Governo Oculto do Mundo e do Mal Aboluto) tenta impingir a falácia de que os meios de comunicação são controlados por uma “elite” (justamente em um século cuja ausência de uma verdadeira "elite" é a tônica dominante) quando, muito pelo contrário, eles são tribunas livres para articulistas e propagandistas diretos ou indiretos das ideologias nefastas que visam esfacelar esta moral mínima a que nos referimos. Basta que o observador leia os principais jornais on line, portais da internet (como o Yahoo, a AOL, o UOL no Brasil, o Terra, o IG) para verificar o enfoque pró-esquerda onipresente, atribuindo a pecha ora de conservador, ora de facista, ora de extrema-direita a qualquer opinião que colida ou coloque em cheque, ainda que timidamente, o bloco ideológico totalitário (a este respeito, peço que leiam os artigos do Prof. Olavo de Carvalho, um brilhante expositor e crítico da estratégia gramsciana de dominação”).

Para o desespero dos ideólogos esquerdistas (e satanistas, por decorrência lógica) a Internet tem propiciado – até que seja calada pelas mordaças personificadas nas leis propostas de controle da mídia, como já se dá na Argentina e se intenta implantar no Brasil – um campo fértil para crítica conservadora e tradicionalista sã bem como para os que combatem o moderno satanismo, o programa articulado no plano físico pelos “intelectuais progressistas” (orgânicos) e no plano espiritual por sua contraparte diabólica. Na antiga URSS foram sete décadas de espera até que a grande mentira de todos os tempos fosse desmascarada. No Leste Europeu, quase cinco décadas. Em Cuba, Coréia do Norte e algumas poucas ditaduras prevalecentes, a verdade ainda há de triunfar. Na América Latina, sob o disfarce da "democracia liberal", com abnegação e união de todas as forças avessas ao Reino da Escuridão, também a verdade se estabelecerá. Existe sim uma luz no fim do túnel. È preciso apenas engajar-se na guerra cultural e assumir virilmente as consequências desta opção.




2 comentários:

Anônimo disse...

Eu até agora estou rindo com a cara de capetão do babaca do Paulo Freire, rsrs.

Taiguara Villela disse...

Aquele que expõe tais bobagens não compreende em nada o Método Histórico e nem Historiografia - o que se fez aqui um aluno do ensino médio pode fazer melhor. Sou um crítico de Foucault, mas em alto nível, quanto ao movimento pós-modernista e suas bases anti-metodológicas. Se o tema fosse metodologicamente dirigido e com compromisso na verdade talvez o público pudesse tirar alguma vantagem com isso. Será que o autor conhece o secto dos naassenos ou ofitas - cristãos primitivos? Falta método, falta pesquisa, talvez até seriedade!